Cinco malhas de Sonic Youth em que a Kim Gordon basicamente manda nesta merda toda
Tenho ali algumas encomendas da Vinted por embalar e despachar, mas isso pode muito bem esperar se a prioridade for a Kim Gordon. Não tenho qualquer dúvida de que a Kim Gordon é e sempre será maior que a Vinted. Aliás, a Kim Gordon chega para meter no chinelo grande parte das bandas de dude rock que o Álvaro Covões traz até ao seu circo, em Algés, a cada ano. Espero - pelo amor da santa - que os Sonic Youth jamais se voltem a reunir a jeito de aparecerem por aí num Alive ou inferno semelhante. Aos Sonic Youth admito quase tudo excepto um regresso nostálgico para amealhar dinheiro com o mito e a saudade. É na boa que o último concerto que deram no Coliseu de Lisboa não tenha - acho eu - incluído uma única faixa dos anos 90 (que me é especialmente querida), quando é evidente que esse foi um período pujante e sólido na discografia dos Sonic Youth. Hoje até consigo gostar mais dos devaneios beat e arty urbanos do “NYC Ghosts & Flowers”, mesmo que, na altura, fosse um decepcionant...