Laura Palmier: a tatuagem que conta a minha história nem sequer é minha
Acho super funny quando algumas vedetas dizem em entrevistas que cada tatuagem sua conta uma história (que à partida as envolve, claro). Estou, por exemplo, a pensar no quaresma e na blaya, que eu creio já ter ouvido ou lido a dizer isso. É como se as tatuagens só estivessem ali em função de boost para mais egotrippin. As minhas tatuagens contam eventualmente histórias da minha vida nem que a história seja que simplesmente me apeteceu fazer ali aquele boneco na perna. Não são TODAS mega relevantes e grandes monumentos como as do Quaresma ou outro ser sagrado.
Aliás a tatuagem que melhor conta a história da minha vida actual nem sequer é minha. Está na pele de um mano, foi tatuada por uma (hu)mana, o desenho físico ficou com a Tânia. Como pode ser minha? Eu desenhei o que lá vai, mas estaria a subestimar muito o envolvimento de todas as partes ali mencionadas e até mesmo de quem me influenciou no desenho se dissesse que era minha. Para o Quaresma as tatuagens dele devem ser todas só dele. As minhas são de toda a gente que participou de alguma maneira nelas.
No fundo, a tatuagem da Laura Palmier está na pele de outro mano, mas é a que melhor conta a história do momento que estou a viver agora: super feliz por ter 4/5 horas do dia para desenhar e ouvir discos. Sem ela isto se calhar nem teria acontecido. Foi por achar tão fixe que alguém tatuasse um desenho meu que recuperei a pica para desenhar. E aqui estou eu a desenhar todos os dias muito por causa de uma tatuagem que é de muita gente ao mesmo tempo e não só do Quaresma.
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