Como acabaram os Nirvana e como podiam ter acabado os Deftones
Falávamos hoje aqui nos stories de perfeitos últimos capítulos de discografia, que deixavam no ar algo de mágico e sagrado. Eu trouxe uns poucos e vocês complementaram com umas poucas sugestões das quais tirei alguns apontamentos. Obrigado. Nessas contas é natural que tenha pensado logo no “In Utero” de Nirvana (estou a falar de álbuns). O “In Utero” naturalmente que tem mil qualidades e a sua banda na máxima força, mas não me venham dizer que é um disco equilibrado. Na minha cabeça infelizmente o “In Utero” passou a ter uma metade melhor e uma metade pior. E a meu ver a parte melhor é a das malhas mais noisy e pesadas, enquanto a pior será a das canções mais acomodadas e que pudessem provavelmente agradar mais à Geffen e executivos de gravata. E reparem que eu tenho zero problemas com bandas terem discos mais cheios de temas radio friendly (como os Blur e os Weezer, por exemplo). O meu problema incide no facto de, após ter escutado o “In Utero” centenas de vezes (em 32 an...